lorena poema
   
 
   
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aflitos os pássaros
parapeitos
e fins de noite
meditam sob o céu
cobre
o manto de chuva
que tímido atrás
da cortina
você não vê.



Escrito por lorena martins às 14h14
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sombras rosas sombras

Sob um céu estranho
sombras rosas
sombras
numa terra estranha
entre rosas e sombras
numa água estranha
a minha sombra

Ingeborg Bachmann
Tradução João Barrento
 
liv ullman
 
max von sydow
 
em a hora do lobo (1968), de ingmar bergman


Escrito por lorena martins às 23h16
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Tempo do coração, vale
os sonhadores no lugar
dos ponteiros da meia-noite

alguns falam no silêncio, alguns se calam
alguns seguiram seu caminho
banidos e perdidos
estavam em casa

vós, catedrais

vós, catedrais não vistas
vós, rios inaudíveis
vós, relógios intrínsecos em nós.

Paul Celan

Berlin Alexanderplatz (1980), de Rainer Werner Fassbinder.

 



Escrito por lorena martins às 12h25
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Escrito por lorena martins às 17h25
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