lorena poema
   
 
   
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(imãs de geladeira chez j & c)    

o domingo
que entre mim 
           preguiça
acorda
essa gaveta
          de insônia
 
fanny e alexander, de rei bergman


Escrito por lorena martins às 02h00
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planetárias
as pupilas delatam
o céu
 
 
 
i'm not there, de todd haynes (2007)


Escrito por lorena martins às 18h10
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a tempestade
 
no último degrau
(suspiro)
pro inferno carregue
teus sapatos vermelhos
teu suspeito convite
para dançar
 
respire
no the end
tudo o que eu digo é
lamento
não há como chover mais
neste dia embriagado
 
de solidão
sigo atropelável
pedindo suco de laranja
às lágrimas
pro vendedor de guarda-chuvas.
 
robert doisneau
 


Escrito por lorena martins às 15h12
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to be a man ray
 
deixava a madeira molhar
até tomar cores
         de mágoa, de terra
envelhecendo
como o braço da cadeira
 
kiki dançava
 
talhada à mão
imóvel.
 
man ray "noire et blanche", 1926



Escrito por lorena martins às 23h37
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leandro de paula, leandro lascado ou leandro post-scriptum descobriu-me caiocarmachianamente no bordel internético e postou-me lá no portal literal, onde é o poeta curador do mês. tamanha querideza deste guri do rio, que também descubro em meio às fagulhas e alaridos do fogo de artifício e na sonora-delícia bagatela.  

afinal "a gente não presta, mas não deixa a peteca cair". merci, chéri!



Escrito por lorena martins às 12h39
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